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Acacia Calmon
Comentário ·
há 11 anos
As Fabíolas e o entretenimento nosso de cada dia
Vitor Guglinski
·
há 11 anos
Perfeito! Foi o primeiro texto que li sobre o assunto, pois ate o momento não havia me interessado e/ou despertado o interesse em ver e ler nada sobre o assunto exposto nas redes sociais. Obrigada pela clareza e ética.
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Marcos Horvath
Comentário ·
há 9 anos
Vendi o meu veículo, porém, o comprador não efetuou a transferência da propriedade. O que eu faço?
Luana Dias
·
há 9 anos
Tudo isso se resolve mudando o sistema como é nos EUA. A placa e o registro é sempre do proprietário.
Vende-se o carro retira-se as placas e leva-as pra casa. Compra-se outro carro e coloca as mesmas placas.
Deste jeito tudo isto acaba, mas como deste jeito vai deixar de recolher impostos e taxas não interessa ao governo.
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Igor Rodrigues
Comentário ·
há 8 anos
Litigância de má fé, na reforma da CLT, e a 'indústria' das Reclamações Trabalhistas
Elane F Souza Advogada
·
há 8 anos
Sr. Flavio, a recíproca é verdadeira: quem é contratado deve saber que existem regras, e se basear nelas. O nosso problema é que fazemos presunção de culpa do empregador, enquanto a presunção do empregado é sempre de vítima. A reforma trabalhista veio para tentar dar certo equilíbrio nisto, embora ainda seja algo bem pequeno. No final das contas, o que temos é que as empresas que mais empregam no Brasil, que são as micro, pequenas e médias, não seguindo a regra da produtivadade marginal decrescente porque o custo e o risco de se empregar alguém é elevado. Todos saem perdendo: o país continua com sua produtividade baixa, e a riqueza produzida indo para as mãos de uma minoria composta de grandes empresas que pode arcar com os ônus trabalhistas, inclusive podendo pagar R$ 9 mil para recorrer de um juiz trabalhista e R$ 18 mil da segunda instância — algumas vezes, só para protelar.
Abraços!
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Isa Bel
Comentário ·
há 8 anos
Litigância de má fé, na reforma da CLT, e a 'indústria' das Reclamações Trabalhistas
Elane F Souza Advogada
·
há 8 anos
Desculpem-me os que são contrários à reforma (sou super favorável e achei q foi tímida), mas terão que admitir q funcionário mal era mandado embora e já procurava saber se tinha jeito de levar mais algum, antes mesmo de receber a rescisão. E muitos advogados trabalhistas se prontificavam a 'arrancar mais alguma coisa', já q o demandante pouco teria q provar e não teria q pagar, mesmo se não 'colasse' o argumento. Agora, a coisa mudou. Entre se vc realmente tiver certeza e provas de que foi sacaneado. Se achar, pensar, ou gostar de ter sido sacaneado, mas não tem provas disso, melhor não ingressar para ver o q dá, pois não gostará do resultado. Achei isso ótimo. Quando fui demitida de um cargo de gestora de empresa multinacional, uns três escritórios de advocacia me ligaram, indicados por outras gestoras também demitidas na reestruturação da empresa, para q ingressasse ocm elas. No momento disse q não havia base legal para ingressar com nada, pois recebera devidamente tudo q me era devido pela empresa. As respostas, dos três escritórios, não me surpreenderam, pois já conhecia a 'justiça do trabalho': não se preocupe, sabemos como 'cavar' alguma coisa. Estamos fazendo isso para suas colegas. Pois é. Por aí já vemos como funcionava. A propósito: não aceitei, por óbvio.
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